Quarta-feira, Novembro 11, 2009
Quinta-feira, Outubro 22, 2009
"Nem Vem Que Nao Tem - A Vida E O Veneno De Wilson Simonal"
Se tenho um orgulho em minha vida profissional é ter feito parte da equipe de divulgação do documentário "Simonal - Ninguém Sabe O Duro Que Dei". Tive sorte de trabalhar com várias coisas que amo mas esse tem um sabor todo especial pois trata-se do digno resgate do artista que aprendi a gostar desde pequena por causa de minha mãe.
Em mais um trabalho lançado neste "Ano Simonal", agora é a vez da biografia escrita pelo Ricardo Alexandre, um de meus ídolos no jornalismo musical, e que, coincidentemente, também divide comigo a mesma paixão pelo Ronnie Von. Gentilmente ele cedeu a belíssima introdução do livro para eu postar neste humilde blog, trecho bem significativo pois quase nomeou o trabalho, que acabou levando o nome de "Nem Vem Que Não Tem - A Vida E O Veneno De Wilson Simonal".
O livro vai ser lançado oficialmente neste dia 23 de outubro e já está em pré-venda na Cultura, Saraiva, Siciliano e Submarino. Também será possível comprá-lo em um stand que a Globo Livros monta no Sesc Pinheiros no final de semana em homenagem ao cantor que começa amanhã e vai até o domingo. Segue abaixo a introdução:
Este homem é um Simonal
Em meados de 1969, ao longo de várias semanas, a lendária revista Realidade destacou um de seus melhores repórteres, Mylton Severiano, para acompanhar o dia a dia do cantor Wilson Simonal. Com belas fotos e textos longos, Severiano registrava o auge do sucesso de um artista, aquele que já fazia tempo era “o maior showman brasileiro”, e cuja estrela não parava de subir. O título da reportagem não poderia ser mais apropriado: “Este homem é um Simonal”.
“Ser um Simonal”, naquele tempo, transmitia imediatamente ao leitor todos os atributos que o personagem da matéria alimentava havia quatro anos. O sucesso monumental, comparável apenas ao de Roberto Carlos; a capacidade aparentemente sem fim de gerar sucessos (“Sá Marina”, “Tributo a Martin Luther King”, “Nem vem que não tem” e, avassalador naquela época, “País tropical”); o famoso suingue, que colocava para dançar numa mesma pista a socialite e sua faxineira; o estilo pessoal, com roupas caras compradas na Dijon e do uísque Royal Salute sem gelo e sem água; a capacidade de comandar a plateia como se fosse seu próprio coral de apoio, tanto em uma boate da moda, em seu programa na TV Record, em teatros ou no Maracanãzinho; sua Mercedes do ano, conversível, vermelha e preta como o Flamengo; o menino pobre de Areia Branca que acabou duetando com Sarah Vaughan e arrancando elogios de Quincy Jones em Paris; o Simonal empresário, que montou seu próprio escritório para ter controle total sobre a sua carreira; a imagem poderosa, capaz de ajudar a vender lubrificantes e formicidas da Shell; o homem negro por quem suspiravam as loiras da alta sociedade. Ou, como resumiu o Jornal do Brasil numa série de seis reportagens biográficas: “Aquele cara que todo mundo queria ser”.
Exatos 30 anos depois, em abril de 1999, Wilson Simonal, magro, frágil e envelhecido, está no fundo de uma pequena casa de shows de São Paulo, o Supremo Musical. Protegido pelas sombras, assiste à apresentação do coletivo Artistas Reunidos, do qual fazem parte seus dois filhos homens, Wilson Simoninha e Max de Castro, então se lançando na carreira artística. Naquele dia, Simonal entrou após o início do show e saiu antes que acabasse. Voltou para o carro chorando, porque achava que não podia cumprimentar os próprios filhos em público ou mesmo ser reconhecido junto deles: tinha medo de que a imagem dos garotos ficasse associada à dele e que isso pudesse arruiná-los.
“Ser um Simonal” tinha um significado muito diferente daquele ano de 1969. Significava ser proscrito do ambiente artístico com força e rancor, como nunca havia acontecido antes - e não voltaria a acontecer. Significava ser indesejado por onde passasse, a ponto de fotógrafos se recusarem a fotografá-lo e outros artistas se negarem a pisar no mesmo palco que ele; ser “exilado em seu próprio país”, como definia; ser um espectro, um fantasma, ter sua contribuição apagada da memória oficial da música brasileira - como se milhões de discos não tivessem sido vendidos, milhões de pessoas não tivessem cantado com ele nos shows, nem o assistido pela televisão. Era sinônimo de alcoolismo, impontualidade, amargor e solidão; significava ser mau pai, mau marido, amigo ingrato; um “crioulo que não soube o seu lugar”. E acima de tudo, e mais certo do que tudo isso junto, significava ser um dedo-duro dos tempos do regime militar, um homem que, não contente com a fama e a fortuna, teve o mau-caratismo de “entregar” colegas artistas para os órgãos de repressão do governo militar, que os torturava e os exilava.
Este livro é fruto de dez anos de pesquisa sobre o que significou “ser um Simonal”, ao longo de 62 anos de vida, para o cidadão Wilson Simonal de Castro e para o Brasil. Ao mesmo tempo, este trabalho tenta desvendar como um país inteiro pôde mudar de opinião tão violentamente sobre um de seus maiores ídolos, baseando-se às vezes em fatos, às vezes em lendas e outras vezes em sentimentos complexos como racismo, paixão e inveja. E, claro, investiga nas cicatrizes da infância, na vida pessoal do adulto e na contextualização histórica de sua música os mistérios que levaram à ascensão e à queda de um artista. Talvez o mais completo, certamente o mais simbólico artista que o Brasil já viu - e que, de repente, não quis mais ver.
Ricardo Alexandre
Setembro de 2009
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Flávia Durante
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Tags: jornalismo, livros, música
Basement Jaxx no Jools Holland, 20/10/2009
feat. Yoko Ono, "Day Of The Sunflowers (We March On)"
"She's No Good"
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Flávia Durante
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02:05
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Sexta-feira, Outubro 16, 2009
Sábado, Outubro 10, 2009
Shout, Shout, Shout, Shout, Shout
"Shout" é uma das músicas que eu mais gosto de discotecar pois levanta até defunto. E é uma poucas que já foi regravada trocentas vezes e todas as versões são boas. Achei algumas delas no Santo YouTube:
E, claro...
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Flávia Durante
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02:22
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Terça-feira, Setembro 29, 2009
Leitura dramática de twitters de celebridades gringas
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Flávia Durante
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01:18
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Tags: celebridades, humor, internet, trash, twitter
Quarta-feira, Setembro 23, 2009
El Franz Ferdinando del Chile
Uns estudantes chilenos fizeram uma ótima imitação do Franz Ferdinand no clipe de "Can't Stop Feeling", foram linkados por Alex Kapranos no Twitter e convidados por ele para show. Morri! <3
Vejam a versão chilena:
E a original:
Fonte: Zona News
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Flávia Durante
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Segunda-feira, Setembro 21, 2009
Melhor Tumblr DO ANO!!!
Mão no botão, pose pra foto! Com várias celebridades atacando de DJ!!!
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Flávia Durante
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16:04
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Tags: trash
Quinta-feira, Setembro 17, 2009
Teste do Marshmallow
Morri de rir com a criançada desse vídeo:
Oh, The Temptation from Steve V on Vimeo.
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Flávia Durante
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04:33
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Sexta-feira, Setembro 04, 2009
N.E.R.D. no Oi Fashion Rocks
Quem me conhece sabe que "In Search Of", do N.E.R.D., é um dos álbuns da minha vida e que amo tanto o Pharrell Williams quanto o Mark Ronson, o Alex Kapranos e o Calvin Harris. Surtei quando vi essa confirmação do Oi Fashion Rocks. Mas se for a estrutura original do evento eles tocam uma ou duas músicas. Poderia rolar um show completo no Rio em SP, não? Alô, produtores!
Vejam que maravilha o N.E.R.D. ao vivo...
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Flávia Durante
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15:36
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Quinta-feira, Setembro 03, 2009
Todas as capas de Jay-Z em um minuto
Genial a propaganda do Rhapsody com o Jay-Z recriando ao vivo as capas de todos os seus álbuns.
Aliás, demorô pro Jay-Z vir fazer algum show no Brasil, não? Sinto falta de shows dos grandes artistas de hip hop no País.
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Flávia Durante
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12:39
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Quinta-feira, Agosto 27, 2009
Terça-feira, Agosto 25, 2009
Reino d'Almofada
Adorei esse blog de gatos: Reino d'Almofada. Aderindo à campanha:

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Flávia Durante
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15:16
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Segunda-feira, Agosto 24, 2009
Mãem, tô no Estadão!
Saiu uma entrevista comigo, Inagaki, Interney, Cocadaboa, Tiago Doria e Knuttz em uma matéria bem legal do caderno Link do Estadão sobre "O Fim (Ou Não) dos Blogs". O engraçado é que na primeira impressão da edição saiu minha foto na capa. *rs

PS: Na verdade o C:\Blah Blah Blog existe desde 2000 e não 2001. ;-)
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Flávia Durante
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11:29
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Sexta-feira, Agosto 14, 2009
Quinta-feira, Agosto 13, 2009
O sintetizador humano do Calvin Harris
Calvinzinho é foda!
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Flávia Durante
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21:27
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VMB 2009
Ebaaaaaaaaaa!!! Esses são os meus votos!
















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Flávia Durante
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16:57
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